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Consciência – pensamentos

por Educar bem
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  • Poderíamos continuar adormecidos, distraídos, entretidos. Como os outros. Mas naquele momento vemos com clareza que tudo terá de ser diferente. Que teremos de fazer qualquer coisa semelhante a levantarmo-nos de um charco. Qualquer coisa como empreender uma viagem até ao castelo distante onde temos uma herança de nobreza a receber.
    (Paulo Geraldo)
  • Há prazeres para os sentidos; há alegrias para o coração; a felicidade é só para a consciência.
    (Félix Bouvert)
  • Ficamos a saber que pouco se aproveita de tudo o que fizemos, de tudo o que nos deram, de tudo o que conseguimos. E há um poema, que devíamos ter dito e não dissemos, a morder a recordação dos nossos gestos. As mãos, vazias, tristemente caídas ao longo do corpo. Mãos talvez sujas. Sujas talvez de dores alheias. E o fundo de nós vomita para diante do nosso olhar aquelas coisas que fizemos e tínhamos tentado esquecer. São, algumas delas, figuras monstruosas, muito negras, que se agitam numa dança animalesca. Não as queremos, mas estão cá dentro. São obra nossa.
    (Paulo Geraldo)
  • A consciência actua como um dar-se conta do que devemos fazer. Não é a decisão de como devemos agir: a decisão vem depois e consiste em seguir ou não o juízo da consciência. A consciência não é a decisão da vontade, mas o perceber com a inteligência. E não julga o que é que mais gostamos, mas o que devemos fazer. Por isso se chama a voz da consciência, como querendo indicar que é algo que ouvimos, que nos é comunicado, que não somos nós que inventamos, mas que deriva da própria situação.
    (Juan Luis Lorda)
  • Antes de mais, empenhemo-nos em afinar a consciência, aprofundando o que for preciso, até ficarmos com a segurança de termos adquirido uma boa formação.
    (Josemaria Escrivá)
  • Não se deve obrigar ninguém a agir de modo contrário à sua consciência. Mas isso não quer dizer que todas as decisões tomadas em consciência sejam correctas, ou que todas as opiniões tenham o mesmo valor. Mesmo com muito boa vontade, todos podemos errar, por falta de conhecimentos, ou por não querermos equacionar bem as coisas. De fora, podem ver com mais objectividade e explicar-nos onde erramos. O que não podem é obrigar-nos a vê-lo. Deve respeitar-se a liberdade das consciências, isto é respeitar o processo pelo qual cada um chega a ver o que deve fazer.
    (Juan Luis Lorda)
  • A ignorância deixa a consciência às escuras: não pode decidir bem porque lhe faltam as bases; porque está deformada ou porque foi pouca formada, fica condicionada por qualquer influência ou ideia. Também as várias manifestações da fraqueza pressionam ou abafam a voz da consciência, quer por acção das paixões desordenadas, quer por causa da preguiça.
    (Juan Luis Lorda)
  • A necessidade cada vez mais aguda de ruído só se explica pela necessidade de sufocar alguma coisa.
    (K. Lorenz)
  • A minha consciência tem para mim mais peso do que a opinião do mundo inteiro.
    (Cícero)
  • Nas questões de consciência a lei da maioria não conta.
    (Mahatma Gandhi)
  • Diz-se que a consciência é a lei das nossas mentes porque ela é o veredicto da razão deduzido da lei da natureza.
    (S. Tomás de Aquino)
  • A consciência é a presença de Deus nos homens.
    (S. Chamfort)
  • A consciência é muito bem educada. Deixa logo de falar com aqueles que não querem escutar o que ela tem a dizer.
    (Samuel Butler)
  • Às vezes, lavando as mãos sujamos a consciência.
    (Autor desconhecido)
  • Levo dentro de mim mesmo um peso esmagador: o peso das riquezas que não dei aos outros.
    (Tagore)
  • O juízo da consciência é pronunciado antes de agirmos, mas repete-se também depois, quando podemos avaliar se seguimos ou não a voz da consciência.
    (Juan Luis Lorda)
  • O homem não cria a lei, mas, através do seu conhecimento, pelo qual ele percebe a lei criada por outro, ele está obrigado a obedecer à lei.
    (S. Tomás de Aquino)
  • Ainda que fujas do campo para a cidade, ou da rua para tua casa, tua consciência vai sempre contigo. De tua casa só podes fugir para teu coração. Porém, para onde fugirás de ti mesmo?
    (Santo Agostinho)
  • A confissão das más acções é o primeiro passo para a prática de boas acções.
    (Sto. Agostinho)
  • Quando se actua contra a consciência, ataca-se a parte mais íntima e delicada do homem: esse delicado sistema que nos torna livres. Deixa um rastro de mal-estar, a que chamamos “remorso”. Se nos acostumamos a agir contra a consciência, esta deteriora-se: perdemos a luz que nos permite ser livres, ficando à mercê das forças irracionais dos instintos ou da pressão exterior.
    (Juan Luis Lorda)
  • A consciência, sendo recta, descobre a marca do criador em todas as coisas.
    (Josemaria Escrivá)
  • Não é a montanha que nos faz desanimar, mas a pedrinha que trazemos no sapato.
    (Autor desconhecido)
  • Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer.
    (Molière, dramaturgo francês)
  • Quando se actua contra a consciência, a fraqueza acentua-se e perde-se a liberdade interior: os sentimentos deseducam-se e arrastam-nos para os caprichos, ao mesmo tempo que vamos caindo no hábito do “mais fácil” que fomenta a preguiça. Este cair na incoerência leva a ter cada vez mais fraca a voz da consciência. Por isso é tão importante deter esse processo degenerativo, arrepender-se e voltar a começar todas as vezes que seja necessário. Só quem sabe arrepender-se protege a sua consciência e, portanto, a sua liberdade interior.
    (Juan Luis Lorda)
  • Se somos fiéis à consciência, crescem as virtudes que, por sua vez, vão dominando as nossas fraquezas e dilata-se a capacidade de actuação da nossa consciência. Por sua vez, esse crescimento das virtudes, ajuda o bom funcionamento da consciência, aumentando a nossa liberdade interior.
    (Juan Luis Lorda)
  • O costume de guiar-se sempre pela consciência, chama-se rectidão. Manifesta-se no amor à verdade e dá uma grande beleza e fortaleza ao carácter.
    (Juan Luis Lorda)
  • Se não queres que ninguém saiba, não o faças.
    (Provérbio chinês)
  • O mal deve ser evitado em qualquer ocasião. Não há ocasião que permita fazer o mal para que resulte alguma coisa boa.
    (S. Tomás de Aquino)
  • Quem ama a verdade, procura formar a consciência: conhecer os princípios morais, pedir conselho a pessoas rectas e com experiência; não considerar humilhante que nos corrijam. De facto, os outros observam-nos de fora e com mais objectividade do que nós mesmos. Também é preciso tirar experiência dos próprios actos, examinar-nos com frequência (diariamente) e corrigir os erros. É preciso ser humildes para reconhecer os erros e rectificar, mas isso dar-nos-á uma grande sabedoria, e capacidade de ajudar os outros também.
    (Juan Luis Lorda)
  • Em cada decisão, entra em jogo a consciência que, ou impõe a verdade sobre a conduta ou é desprezada e calada. No primeiro caso, somos nós que actuamos com a nossa liberdade; no segundo é algo que está dentro de nós: os caprichos, a preguiça, o medo ao que dirão.
    (Juan Luis Lorda)
  • Continuarei confessando os erros cometidos. O único tirano que aceito neste mundo é a “silenciosa e pequena voz” dentro de mim .
    (Mahatma Gandhi)
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